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Eu como, sem fome , sem vontade.
O medo invade meus olhos, e minh'alma atormentada, exige por clemencia
Me levando, e ao deparar com um petisco
Minhas lagrimas invadem meu ser artificial, então eu como
Como se não houvesse o amanha, justifico meus fracassos
Jogo a culpa de minha demência, para cima de um copo de leite
Tenho medo, insegurança e gostaria de apoio
Mas tal apoio não virá de certa forma
Só me atormentara, para que futuramente
Eu enlouqueça
chore
me corte
E provavelmente me mate.

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